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sábado, 1 de maio de 2021

CONSELHO e MEDITAÇÃO com TARÔ.

Os 22 maiores mistérios.
Oráculo, terapia, vivência e workshop.

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Meditação e conselhos com os arcanos maiores.
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sexta-feira, 19 de março de 2021

núcleo SELF. Psicanálise, terapias, arte e oráculos.

 O Núcleo Self é um instituto terapêutico que trata a mente, o corpo e a alma.

 Clique aqui para conhecer.


 

Um espaço de terapias complementares que tem como missão auxiliar você a encontrar o caminho da harmonia e equilíbrio, através de diversas terapias que permitam entrar em contato com seu próprio “Eu interior” e aflorar a sua potencialidade de criatividade, cura e autoconhecimento.

 Acreditamos que todos os seres têm a capacidade inata de curar-se e para que isso ocorra, não somente devem ser empregados recursos físicos (como medicamentos, por exemplo), mas também os energéticos, psicológicos, sociais e espirituais.

 A saúde então é um estado de completo bem-estar em todas essas áreas e não, simplesmente, a ausência de doenças ou desequilíbrios.

Oferecemos nas terapias, o apoio e a orientação que você precisa para compreender o seu estado atual, despertar, restabelecer a sua saúde e para a construção de hábitos saudáveis necessários para a manutenção da mesma. Oferecemos também outras habilidades que consideramos de extrema importância:

"... o tempo adequado para compartilhar as experiências e ouvidos atentos para conhecer a história de vida de cada um..."

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Tarô Terapia

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Relaxamento de Schultz 

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domingo, 7 de junho de 2020

Curso: Formação em Tarô.

"O Tarô é uma ferramenta que ajudará a alcançar o caminho de plenitude e autoconhecimento."

Seja um tarólogo extraordinário com a Formação Online: Tarô - Mestre, Terapeuta e Instrutor.

Você já pensou em ser um extraordinário tarólogo? Ser um instrutor de grupos de Tarô?
Tornar-se um “coach” e mestre em Tarô? Ser capaz de apontar caminhos de vida a si e ao próximo e ser útil ao planeta? Ter uma nova consciência? Poder interpretar Tarô por toda a vida para quem desejar?

Neste curso, ministrado por Otávio Leal (mestre e instrutor na ciência do Tarô), você passará a dominar um instrumento sério de transformação pessoal, sem sair de casa! São 45 horas aula, com um método profundo, sério, detalhado e confiável.



Participe do estudo dos sagrados arcanos maiores (22 cartas) e dos menores (56 cartas), suas simbologias e expressões, fazendo novas descobertas, abrindo novos horizontes e vivenciando uma filosofia mágica.

Serão estudados os Tarôs de Crowley, Waite, Mitológico, Cartas do Caminho Sagrado, Tarô Zen do Osho, cartas Gasparetto e curas energéticas nos aspectos: físico, mental e espiritual (Mandalas de cura e transformação).


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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

imaginação Ativa.

Técnica de diferenciação, exercício de introspecção, fantasia ativa e função transcendente: estes foram os nomes que o psiquiatra suíço, Carl Gustav Jung, deu à Imaginação Ativa antes de cunhar em definitivo este termo.  Vamos compreender o que isso significa e como esta metodologia pode ser aplicada e estimulada em nossa vida em nossos processos de desenvolvimento e autoconhecimento.
Jung usou este método para estimular seus pacientes psiquiátricos a extravasarem as fantasias contidas em sua mente consciente e inconsciente, e exercitar sua criatividade e demonstrá-la por meio da pintura, dança, poesia e escultura, sendo o precursor desta abordagem e influenciador de muitas outras que viriam depois. Podemos dizer que esta interação entre o que está abaixo e acima da superfície humana, é uma brilhante forma de compreender quem nós somos, o que sentimos; como nossa mente processa isso e projeta estas informações para o mundo. Jung mesmo fazia estas análises de seus próprios desenhos ou obras como forma de aprofundar os conhecimentos sobre si mesmo também.

4  Formas de Exercitar a Imaginação Ativa Segundo Jung

A imaginação ativa é um tipo poderoso de terapia, pois busca desvendar os mistérios contidos em nossa mente, nas profundezas do self 2, do inconsciente e trazê-los à tona para assim ajudar a pessoa em seu processo de autoconhecimento e autocura. Por isso, é importante compreender como funciona e ele é usado para o desenvolvimento mental e humano.

1-Pela libertação do fluxo de pensamento do ego

Neste primeiro momento, a ideia é libertar-se das amaras do ego e das suas fantasias primárias, uma vez que ele é o centro de toda consciência humana e uma espécie de gerenciador da realidade e nossas ideias, sentimentos e ações e pode influenciar os resultados. Deste modo, a criatividade pode ser expressa por meio da pintura, meditação, ioga, por exemplo.

2 – Permitir que o inconsciente se torne uma percepção anterior

Diferente do primeiro passo, neste devemos permitir que as fantasias sejam liberadas e não eliminadas do processo criativo, de modo que possam ser trabalhadas e expressadas por meio das formas escolhidas. Neste momento, dois cuidados devem ser tomados: o de não se concentrar demais e nem de menos nestas imagens, para assim poder trabalhá-las assertivamente.

3 – Dar forma à imagem

Este é o momento onde as ideias verdadeiramente tomam forma, seja por escrito, por meio de poesias e músicas, de desenhos, pinturas, esculturas que tomam cor e forma e também da dança, dos movimentos realizados pelo corpo que devem ser registrados por meio de fotos ou vídeo, por exemplo. Isso ajuda a compreender como a mente manifestou sentimentos e emoções nos gestos executados.

4 – Análises dos Resultados

Segundo Jung este é o ponto alto da terapia da Imaginação Ativa, pois é onde a realidade se encontra com aquilo que a mente inconsciente produziu e tenta fazer um paralelo entre os artefatos produzidos da mente e expressados em suas obras. Para isso, de acordo com o psiquiatra, devemos nos apresentar de forma verdadeira ao nosso inconsciente, ou seja, sem nenhuma máscara, de modo que isso permita fazer uma leitura real do material construído.

Objetivo e Estágios da Imaginação Ativa

O objetivo da imaginação ativa é dar voz aos lados da personalidade, em particular a anima, o animus e a sombra, que na maior parte do tempo não são ouvidos, estabelecendo assim uma linha de comunicação entre a consciência e o inconsciente. Mesmo quando os produtos finais – desenho, pintura, escrita, escultura, dança, música, etc. – não são interpretados, ocorre algo entre criador e criação que contribui para uma transformação da consciência.

O primeiro estágio da imaginação ativa é como sonhar com os olhos abertos. Isso pode acontecer espontaneamente ou ser artificialmente induzido. Você escolhe um sonho, ou alguma outra imagem de fantasia, e se concentra nele, simplesmente agarrando-o e olhando para ele. Você também pode usar um mau humor como ponto de partida e, em seguida, tentar descobrir que tipo de imagem de fantasia produzirá, ou que imagem está expressando esse humor. Fixa essa imagem na mente e concentra sua atenção. Normalmente, ela irá se alterar, pois o simples fato de contemplá-lo o anima. As alterações devem ser cuidadosamente anotadas o tempo todo, pois elas refletem os processos psíquicos no fundo inconsciente, que aparecem na forma de imagens que consistem em material de memória consciente. Desta forma, consciente e inconsciente estão unidos. 

O segundo estágio, além de simplesmente observar as imagens, envolve uma participação consciente nelas, a avaliação honesta do que elas significam sobre si mesmo e um compromisso moral e intelectualmente vinculante de agir sobre os insights. Esta é uma transição de uma atitude meramente perceptiva ou estética, para uma de julgamento.

A atitude de julgamento implica um envolvimento voluntário naqueles processos de fantasia que compensam o indivíduo e, em particular, a situação coletiva da consciência. O propósito declarado desse envolvimento é integrar as afirmações do inconsciente e assimilar seu conteúdo compensatório.
A ideia que Carl defendia é a de que os pacientes, por si só, buscassem compreender as mensagens e, mesmo quando tivessem esta dificuldade, se esforçassem para agir da mesma forma que agiriam em uma situação normal de seu cotidiano. Quando nos vemos diante de imagens inconscientes não explicadas, podemos usar a imaginação ativa para decifrar estes conteúdos por meio de questionamentos, reflexões e do entendimento mais aprofundado dos sentimentos e emoções expressados naquele momento.

Este diálogo interno permite compreender melhor quem nós somos e o que podemos fazer para evoluir em aspectos que assombram nossa mente e que ainda nos são desconhecidos. A criatividade, por sua vez, está na forma como expressamos estas ideias submersas e as traduzimos por meio da linguagem da arte, por exemplo.

Dica de Filme

Por fim, quero deixar uma dica para que possa compreender melhor à aplicação da Imaginação Ativa, mais um poderoso método criado por Jung, no processo de desenvolvimento de pacientes psiquiátricos. Estou falando do filme: Nise – o Coração da Loucura! Estrelado pela atriz, Glória Pires, este filme conta a história real do uso desta metodologia por meio do desenvolvimento criativo. Vale a pena conferir!










Via. Wikipedia.
Imaginação ativa (IA) é uma técnica reinventada por Carl Gustav Jung, que a trouxe de volta dos alquimistas. Consiste em uma interação com os conteúdos do inconsciente através de sua personificação[1]. Diferencia-se de uma interpretação dos conteúdos do inconsciente na medida em que não envolve uma explanação de suas figuras, mas de um relacionamento com elas. Dessa forma não compreenderíamos o inconsciente a partir de um ponto de vista intelectual, mas a partir do sentimento, de um embate, de um confronto com os problemas que se nos deparam a partir de dentro. Segundo Jung, a IA é a melhor maneira de se ativar a função transcendente, que envolve uma espécie de síntese das funções da consciência, um encontro e grande interação com a totalidade da psique (self ou "eu interior") e tudo o que ela representa[2][3].
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Referências

  • «PERSONIFICAÇÃO» 
  • Consultado em 23 de abril de 2019.
  • Arquivado do original em 26 de janeiro de 2013
  •  «IMAGINAÇÃO ATIVA».
  • Consultado em 23 de abril de 2019.
  • Arquivado do original em 11 de novembro de 2010 
  • «Conceitos Jung - Voadores/Ajuda».
  • www.voadores.com.br.
  • Consultado em 23 de abril de 2019
  • Bibliografia

    quinta-feira, 4 de julho de 2019

    Carl Gustav Jung e o Tarô Analítico.

    O fascínio pelos oráculos é fruto da consciência do homem de que terá um futuro – o que pode ser uma dádiva ou um castigo a depender do momento e de quem observa. A prática oracular é ancestral e tem origem incerta. Acredita-se que surgiu a partir da observação de fenômenos naturais e da correlação destes mesmos acontecimentos com fatos da vida cotidiana. Com o tempo, passou a ser interpretada como tentativa de preleção do futuro e, posteriormente, como instrumento de orientação para decisões.

    Dessa forma, é seguro dizer que esses sortilégios tiveram uma participação ativa no papel de formação das civilizações e que estão presentes em todas as culturas. Junto com elas, os sistemas oraculares sofrem adaptações e atualizações – basta observar os inúmeros oráculos eletrônicos que temos na atualidade, e a eficácia atestada por indivíduos que a eles recorrem.

     O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, criador da Psicologia Analítica, estudou atentamente a participação da crença mística no funcionamento da psique. Naturalmente, encontrou nos oráculos um campo fértil de pesquisa, dedicando-se principalmente à astrologia e ao I Ching. Jung concordava que os instrumentos promoviam um diálogo franco com forças invisíveis. Mas, em vez de espíritos e gênios, ouvia nos oráculos a voz do inconsciente. Ao receber essa interpretação, os sortilégios ganham outra roupagem: se transformam em veículos interessantes ao processo de autoconhecimento.

    O Tarot é certamente um dos oráculos mais populares do mundo ocidental contemporâneo. Composto por 78 cartas, constitui um forte conjunto de símbolos, que vêm sendo usados por anos a fio como instrumento de preleção do futuro e autoconhecimento. A incerteza da origem das imagens reforça o quê mágico e ainda provoca uma série de especulações. Uns associam o baralho ao conhecimento hermético advindo do antigo Egito, enquanto outros dão aos indianos o crédito de elaboração do sistema. Há ainda aqueles que garantem a origem cigana nos tarôs – embarcados na aura de mistério e misticismo que acompanha este povo. No entanto, pesquisas apontam para sua criação em meados da Renascença – bem depois do que acredita a maioria – com uma função recreativa, simplesmente.

    No entanto, os personagens, virtudes e situações descritas nas cartas sinalizam pontos importantes da trajetória humana. Jung enxergou no Tarot uma rica expressão do inconsciente coletivo – conceito que criou para designar uma espécie de conteúdo residual de todas as experiências da humanidade, atualizada por repetição com o passar dos anos. Lá estão representados, por exemplo, o amor materno, o impulso para a guerra e o fascínio pelo divino. Assim como os demais oráculos, o Tarot seria um sistema de representação dessas e muitas outras potencialidades humanas, chamadas arquétipos. A partir das figuras estampadas nas cartas, o indivíduo seria chamado a refletir sobre as virtudes e dissabores da própria existência. E, a partir dessa reflexão, levar a decisões mais favoráveis ao próprio desenvolvimento.

    Mas qual seria a mágica que levaria a escolha da carta certa para ilustrar o momento em que estamos vivendo? Para Jung, tudo se processa como resultado do movimento psíquico, uma forma peculiar de diálogo. Para entendê-la, é preciso saber que a expressão do inconsciente se dá a partir de símbolos. E esta também é a linguagem que compõe cada lâmina do Tarot. Quando escolhe, ao acaso, um certo número de cartas de um monte, o consulente concede ao inconsciente um veículo para que se expresse. Este usará, a partir da simbologia das cartas, um canal de comunicação com a consciência.
    Ao tarólogo cabe o papel de decodificação e organização das informações, a partir dos símbolos que surgem, de forma acessível à compreensão do consulente. Obviamente, essa atividade exige atenção para que as informações sejam transmitidas com o menor grau de interferência, de preconceitos e de opiniões próprias.

    Sincronicidade

    A “mágica” das coincidências significativas, que se manifesta nos oráculos, foi conceituada por Jung como sincronicidade. Ela é uma dos métodos usados pelo inconsciente para trazer à tona uma percepção – não só a partir das artes adivinhatórias, mas também daquelas outras “coincidências” que nos tocam de forma tão profunda, a ponto de despertar a uma nova observação do momento já conhecido. Essa foi uma das mais controversas teorias junguianas, pois era considerada mística demais para ser considerada ciência. No entanto, desde Einstein, a Física Quântica aponta para a comprovação das hipóteses a partir do estudo da energia como condutora de informação.

    Muitas vezes, os eventos sincronísticos nos conduzem aos insights que tanto esperamos: é como se, em um breve momento, a ignorância se descortinasse e pudéssemos vislumbrar a realidade. E, assim, nos sentíssemos seguros para superar as dificuldades impostas pelo momento.

    A percepção do espaço e do tempo são atributos da consciência. Ou seja, no inconsciente eles se perdem, não têm a mesma importância que damos na vida lúcida. Como manifestação do inconsciente, a sincronicidade é capaz de ensinar sobre a sensação de relatividade do tempo, inclusive durante uma consulta oracular. Assim surgem, com a mesma facilidade, evocações do passado e lampejos de futuro. Da mesma forma, distâncias físico-espaciais se encurtam.

    O que ordena a prioridade do que é apresentado durante um jogo é a carga afetiva dos acontecimentos, e não os fatos em si. Por esse motivo, muitas vezes o consulente chega com questionamentos pré-formulados e, ao iniciar a consulta, uma nova problemática se apresenta e domina o assunto. Antes de debruçar sobre o que quer saber, ele deve se debruçar sobre o que precisa saber.

    Tarot Analítico

    Já praticava o tarot quando tive os primeiros contatos com as teorias junguianas. A partir delas, percebi que os símbolos presentes em cada carta eram ricos demais para serem reduzidos a um quê adivinhatório das consultas. Isso muitas vezes levava o consulente a mais expectativas que certezas – e a experiência me fez entender o risco que isso envolvia. Ao buscar um aprofundamento na Psicologia Analítica, percebi que o oráculo poderia funcionar, na verdade, como uma eficaz ferramenta de acesso ao inconsciente. E que, em vez de previsões, o foco deveria estar nos esclarecimentos – algo mais pertinente ao desenvolvimento pessoal, ao autoconhecimento.

    Assim, busquei desenvolver uma metodologia que proporcionasse uma chance maior e mais segura para esse mergulho. Em referência às teorias junguianas, resolvi denominá-la por Tarot Analítico. Nesse enfoque, a consulta se transforma em um exercício de ampliação da consciência, com base em símbolos, mitos e dinâmicas psíquicas revelados a partir das cartas. A consulta se divide em duas fases: uma explanação geral sobre as dificuldades enfrentadas no presente momento e, em seguida, um espaço destinado a explorar temáticas não apresentadas na primeira fase.

    A partir dos símbolos e mitos presentes em cada arcano, o consulente é chamado a refletir sobre os padrões emocionais, expectativas e negligências vividas no momento – e também sobre a participação de cada um desses aspectos na manutenção do problema, em vez da solução do mesmo. Ou seja, o tarot convida à autoanálise e, consequentemente, à revisão de valores e de posturas adotadas.

    Enxergar o oráculo como uma chave para o desenvolvimento pessoal é, antes de tudo, confiar que podemos ser guiados com sabedoria por esse invisível – sendo ele chamado de Deus, de Self etc.
    O oráculo desmascara a nossa tentativa de controle exaustivo, mas também nos desperta a agir. Dá a clareza necessária para o entendimento da postura adotada diante dos nossos objetivos, e do que precisa ser feito para que possamos alcançá-los. Aprendemos a medir nossos medos e ansiedades. Entendemos sobre a verdadeira função dos outros em nossa vida, e vice-versa. Tornamo-nos mais responsáveis pelo futuro que tanto desejamos.

    Gratidão.
    Paz e Luz!

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